terça-feira, 30 de junho de 2009

Campanha pela Vida
A EsAEx/CMS está promovendo a arrecadação de donativos (calçados, edredons,
cobertores, agasalhos, etc)
para as vítimas das chuvas no Estado da Bahia.
Para maiores informações, acesse o banner da campanha.

Campanhas do CMS

National Geografic

Aluna do CMS representará o Brasil no National Geographic
A aluna REBECA THAÍS VUNJÃO SOUSA, do 2º Ano do Ensino Médio (turma 201), do
Colégio Militar de Salvador, é parte da equipe brasileira que embarca para o
México em julho, onde acontecerá a etapa internacional do Desafio National
Geographic.
O National Geographic World Championship é um concurso estudantil de nível
internacional onde não há competidores individuais, os países são representados
por equipes selecionadas em concurso nacional. No caso brasileiro, a primeira
edição do Desafio National Geographic, em 2008, premiou os três melhores
estudantes de geografia do Brasil, entre eles a Al. Rebeca Thaís Vunjão Sousa
(leia mais em "Notícias/Louros do CMS”).
Esta é a primeira vez que uma equipe brasileira participará da competição, que
já existe há 16 anos!
Vamos todos torcer pelo sucesso da equipe brasileira!

domingo, 14 de junho de 2009

sábado, 13 de junho de 2009

República

OS PRESIDENTES DA PRIMEIRA REPÚBLICA

Depois dos primeiros presidentes militares (Deodoro da Fonseca e Floriano Peixoto), os outros presidentes que governaram o Brasil durante a Primeira República ou eram grandes proprietários de terras ou tiveram o apoio deles. Esses presidentes governaram o país de acordo com os interesses dos grupos económicos que representavam:

• Prudente de Moraes (1894-1898)
• Campos Sales (1898-1902)
• Rodrigues Alves (1902-1906)
• Afonso Pena (1906-1909)
• Nilo Peçanha (1909-1910)
• Hermes da Fonseca (1910-1914)
• Venceslau Brás (1914-1918)
• Delfim Moreira (1918-1919)
• Epitácio Pessoa (1919-1922)
• Artur Bernardes (1922-1926)
• Washington Luís (1926-1930)

REVOLTAS SOCIAIS

A República não alterou de forma significativa a vida da maior parte dos brasileiros. Tanto no campo quanto nas fábricas, o cotidiano dos trabalhadores era marcado por longas jornadas, salários baixos, habitações miseráveis, etc. Nesse ambiente eclodiram diversos movimentos sociais.
Vamos ver alguns desses movimentos que eclodiram no início do século XX.
A REVOLTA DA VACINA

• No início do século XX, as condições da saúde pública em todo o país eram precárias. Essa situação era pior em alguma cidades como Rio de Janeiro e Santos. Durante o governo de Rodrigues Alves, o médico Osvaldo Cruz assumiu a direção da saúde pública no Rio de Janeiro, então capital federal determinado a acabar com a febre amarela e a varíola na cidade.
• Para combater a febre amarela, o médico organizou um serviço especial para matar os mosquitos transmissores da doença.
• Mas a população nem sempre permitia que os funcionários encarregados de combatê-los, os chamados mata-mosquitos, entrassem em suas casas.
• Com a varíola a situação foi mais grave. Para combater a doença, o governo decretou a vacina obrigatória. A população, em geral, discordava dessa medida; afirmava, por exemplo, que era falta de respeito obrigar as mulheres a descobrir o braço para serem vacinadas.
• Nos dias 12,13,14 e 15 de novembro de 1904, as ruas da capital federal foram tomadas por grupos de pessoas revoltadas que apedrejaram e saquearam casas comerciais, espancaram policiais e outras autoridades, invadiram quartéis, construíram barricadas, incendiaram bondes.
• Por trás da revolta contra a vacina obrigatória estava a insatisfação causada por outros problemas: falta de emprego, fome, abuso do poder, demolição dos cortiços do centro do Rio de Janeiro para a modernização da cidade, o que desabrigou milhares de pessoas, etc.
• As autoridades, por sua vez, não explicaram claramente a necessidade da vacina.
• Por ordem do governo, a polícia agiu com violência. Muitas pessoas foram presas, e os imigrantes que se envolveram na revolta foram expulsos do Brasil.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

terça-feira, 9 de junho de 2009

Outro artigo sobre biodiversidade muito interessante


por Alexandre Indriunas e Celso Parruco

Para ler clique no título

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Biodiversidade

Biodiversidade

40 novas espécies por dia

O estudo da biodiversidade vive uma
revolução – as descobertas de espécies
se sucedem num ritmo vertiginoso
Clique para ler a matéria
Fonte: Veja on-line

quinta-feira, 28 de maio de 2009

A QUEDA DO TRONO E A REPÚBLICA

A proclamação do regime republicano brasileiro aconteceu em decorrência da crise do poder imperial, ascensão de novas correntes de pensamento político e interesse de determinados grupos sociais. Aos fins do Segundo Reinado, o governo de Dom Pedro II enfrentou esse quadro de tensões responsável pela queda da monarquia.

Mesmo buscando uma posição política conciliadora, Dom Pedro II não conseguia intermediar os interesses confiantes dos diferentes grupos sociais do país. A questão da escravidão era um dos maiores campos dessa tensão político-ideológica. Os intelectuais militares e os órgãos de imprensa defendiam a abolição como uma necessidade primordial dentro do processo de modernização sócio-econômica do país.

Por um lado, os fazendeiros da oligarquia nordestina e sulista faziam oposição ao fim da escravidão e, no máximo, admitiam-na com a concessão de indenizações do governo. De outro, os cafeicultores do Oeste Paulista apoiavam a implementação da mão-de-obra assalariada no Brasil. Durante todo o Segundo Reinado essa questão se arrastou e ficou presa ao decreto de leis de pouco efeito prático.

Os abolicionistas, que associavam a escravidão ao atraso do país, acabavam por também colocar o regime monárquico junto a essa mesma idéia. É nesse contexto que as ideias republicanas ganham espaço. O Brasil, única nação americana monarquista, se transformou num palco de uma grande campanha republicana apoiada por diferentes setores da sociedade. A partir disso, observamos a perda das bases políticas que apoiavam Dom Pedro II. Até mesmo os setores mais conservadores, com a abrupta aprovação da Lei Áurea, assinada pela princesa Isabel, começaram a ver a monarquia como um regime incapaz de atender os seus interesses.

A Igreja, setor de grande influência ideológica, também passou a engrossar a fila daqueles que maldiziam o poder imperial. Tudo isso devido à crise nas relações entre os clérigos e Dom Pedro II. Naquela época, de acordo com a constituição do país, a Igreja era subordinada ao Estado por meio do regime de padroado. Nesse regime, o imperador tinha o poder de nomear padres bispos e cardeais.

Em 1864, o Vaticano resolveu proibir a existência de párocos ligados à maçonaria. Valendo-se do regime do padroado, Dom Pedro II, que era maçom, desacatou a ordem papal e repudiou aqueles que seguiram as ordens do papa Pio IX. Mesmo anulando as punições dirigidas aos bispos fiéis ao papa, D. Pedro II foi declarado autoritário e infiel ao cristianismo.

Ao mesmo tempo, alguns representantes do poder militar do Brasil começaram a ganhar certa relevância política. Com a vitória na Guerra do Paraguai, o oficialato alcançou prestígio e muitos jovens de classes médias e populares passaram a ingressar no Exército. As instituições militares dessa época também foram influenciadas pelo pensamento positivista, que defendia a “ordem” como caminho indispensável para o “progresso”. Desta forma, os oficiais – que já se julgavam uma classe desprestigiada pelo poder imperial – compreendiam que o rigor e a organização dos militares poderiam ser úteis na resolução dos problemas do país.

Os militares passaram a se opor ferrenhamente a Dom Pedro II, chegando a repudiar ordens imperiais e realizar críticas ao governo nos meios de comunicação. Em 1873, foram criados o Partido Republicano e o Partido Republicano Paulista. Aproximando-se dos militares insatisfeitos, os republicanos organizaram o golpe de Estado contra a monarquia.

Nos fins de 1889, sob fortes suspeitas que Dom Pedro II iria retaliar os militares, o marechal Deodoro da Fonseca mobilizou suas tropas, que promoveram um cerco aos ministros imperiais e exigiram a deposição do rei. Em 15 de novembro daquele ano, o republicano José do Patrocínio oficializou a proclamação da República.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

quarta-feira, 20 de maio de 2009

Nossa Biodiversidade

"Nossa Biodiversidade"

Além de o Brasil ser enorme- o quinto maior em extensão territorial no mundo-, ele está localizado em uma área privilegiada do planeta, onde há predomínio de climas quentes e úmidos. Tais características, associadas aos diferentes tipos de relevo e solo e às correntes atmosféricas, favorecem a existência de uma variedade riquíssima de animais e vegetais.

A biodiversidade nacional faz do Brasil o primeiro na lista dos países considerados megadiversos.Não é para menos: por aqui vivem entre 15% e 20% de todas as espécies do mundo. Os biomas mais ricos também são encontrados no País. Ao todo, são sete de acordo com a classificação do Ministério do Meio Ambiente: Amazônia,Cerrado,Caatinga, Pantanal, Mata Atlântica, Pampas e Zona Costeira Marinha. Veja a seguir as principais características de cada um deles.

Amazônia

Concentrar 30% de todas as florestas tropicais do mundo é a característica central desse bioma, que se estende por 7 milhoes de Km2 ,sendo que 60% dessa área está no Brasil. a Amazônia possui 1/3 de toda a biodiversidade global e seus rios concentram 20% de toda água doce da Terra. No entanto, tem sido destaque mundial pela exploração indevida do homem. Desmatamento, contaminação de rios pela mineração, pesca predatória, erosão dos solos e urbanização são os problemas que colocam em risco toda essa riqueza.
( por Mayra Ferreira/ Érica Nering) Cristiane Boneto e Fabiana Malmegrin -Pedagogas)